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Precisamos entender que todos nós somos chamados a ser discípulos

Agosto é o mês das vocações. A escolha foi feita em 1981 pela CNBB (Confederação Nacional dos Bispos do Brasil) para conscientizar as comunidades da responsabilidade que compartilham no processo vocacional.

A cada domingo, uma vocação ganha destaque. No primeiro, lembramos as vocações sacerdotais. Nas celebrações, uma reflexão sobre os padres, representantes de Cristo dentro da comunidade.

No segundo domingo, quando comemoramos o dia dos pais, a reflexão é sobre a vocação familiar. Com o papel de educador, em parceria com a mãe, o pai é um dos pilares para a formação cristã dos filhos.

No terceiro domingo, as atenções se voltam para as vocações religiosas. Homens e mulheres que consagram suas vidas a Deus e ao próximo.

O quarto domingo é dedicado às vocações leigas. Fiéis que se dedicam à família e ao trabalho formal, mas que também assumem as responsabilidades na vida pastoral, ou seja, participam ativamente da vida da Igreja. São aqueles que atuam nos serviços e nas pastorais e nas ações de caridade e, desta forma, atendem ao chamado de Deus e contribuem para a comunidade.

E quando o mês de agosto tem o quinto domingo, a Igreja celebra o dia do catequista. São aqueles que promovem a fé, preparando crianças, jovens e adultos para os sacramentos.

Vale destacar que o leigo não é aquele que está na igreja, mas sim aquele que é a própria Igreja, atuando como parte do corpo que tem Cristo como cabeça.

Todos nós somos chamados a ser discípulos, cumprindo a missão de anunciar o Evangelho.

O Catecismo da Igreja Católica ressalta no parágrafo 864 que “Sendo Cristo enviado pelo Pai a fonte e a origem do apostolado da Igreja, é evidente que a fecundidade do apostolado, tanto o dos ministros ordenados como o dos leigos, depende de sua união vital com Cristo”. E isso acontece por meio de uma vida de oração intensa, de fé e de entrega ao Plano de Deus.

Rezemos pelas vocações, para que o Senhor da Messe envie mais operários.

Aleteia
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