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Cidade do Vaticano, 05 Fev 2020 (Ecclesia) – Na mensagem para o Dia Mundial do Doente 2020 (11 de fevereiro), o Papa Francisco reforça oposição a projetos de legalização da eutanásia e sublinha dimensão «sagrada» de cada pessoa e aponta «objeção de consciência» como recurso na defesa da vida.

Dirigindo-se aos profissionais de saúde, Francisco pede que a sua ação vise “constantemente a dignidade e a vida da pessoa, sem qualquer cedência a atos de natureza eutanásica, de suicídio assistido ou supressão da vida, nem sequer se for irreversível o estado da doença”.

O texto refere que, em certos casos, a objeção de consciência pode ser uma “opção necessária” para os católicos que trabalham neste campo.

“A vida há de ser acolhida, tutelada, respeitada e servida desde o seu início até à morte: exigem-no simultaneamente tanto a razão como a fé em Deus, autor da vida. Em certos casos, a objeção de consciência deverá tornar-se a vossa opção necessária, para permanecerdes coerentes com este ‘sim’ à vida e à pessoa”, sustenta o pontífice.

No XXVIII Dia Mundial do Doente, que a Igreja Católica celebra anualmente na festa litúrgica de Nossa Senhora de Lurdes, Francisco quer recordar as pessoas que, em todo o mundo, estão “sem possibilidade de acesso aos cuidados médicos, porque vivem na pobreza”.

OC/LFS

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Papa reforça dimensão «sagrada» de cada pessoa na mensagem para o Dia do Doente

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