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Papa diz que mandamentos são instrumento de «liberdade» pessoal

Cidade do Vaticano, 16 fev 2020 (Ecclesia) – O Papa disse hoje no Vaticano que o ensinamento de Jesus Cristo veio apresentar uma “abordagem correta” aos mandamentos, que devem ser um “instrumento de liberdade”.

“Deus educa-nos para a verdadeira liberdade e responsabilidade”, declarou, desde a janela do apartamento pontifício, antes da recitação dominical da oração do ângelus.

Perante milhares de pessoas reunidas na Praça de São Pedro, Francisco sustentou que quando uma pessoa se torna “escrava das paixões e do pecado” deixa de ser “protagonista da própria vida”.

“Pensemos nas guerras, nas consequências das guerras. Na menina que morreu de frio na Síria, anteontem. Tantas calamidades, tantas. Isto é fruto das paixões”, lamentou.

A intervenção destacou o ensinamento de Jesus sobre os preceitos da lei judaica relativamente a temas como o homicídio, adultério, divórcio e juramentos.

Quando não se ama o próximo, matamos, de alguma maneira, o outro e a nós próprios, porque o ódio, a rivalidade e a divisão matam a caridade fraterna”.

O Papa destacou que a visão proposta por Cristo “explica o seu significado pleno” e o espírito com que é preciso “observar” estas prescrições, acolhendo a lei “no coração”.

“É preciso abandonar um estilo de vida feito de promessas que não se cumprem”, apontou, pedindo uma atitude de “plena sinceridade” com todos.

Numa breve intervenção, Francisco convidou os presentes a avançar no “caminho do amor”, que parte do coração de cada um.

“Podemos fazer tudo com a graça de Deus”, indicou.

O Papa despediu-se com os tradicionais votos de bom domingo e bom almoço para os visitantes e peregrinos presentes no Vaticano.

OC

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«Quando não se ama o próximo, matamos, de alguma maneira, o outro e a nós próprios» – Francisco

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